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Bem-vindo ao sítio da Causa Real

Seja bem-vindo ao sítio da Causa Real, órgão monárquico de âmbito nacional. Este é um espaço ao serviço de todos os que simpatizam ou defendem a Monarquia para Portugal. Aqui pode encontrar toda a informação actualizada sobre as nossas actividades e as nossas ideias e propostas para Portugal.
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Apresentação da Causa Real

A Causa Real é uma associação de direito civil, dotada de personalidade e capacidade jurídica e tem por missão a defesa do ideal monárquico, da Instituição Real e no limite a Restauração da Monarquia em Portugal, reconhecendo que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, e a quem legitimamente lhe venha a suceder como Chefe da Casa Real.
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Génese da Causa Real

A Causa Real tem a sua génese em 1911, como organização política de apoio a Dom Manuel II, com estatutos escritos pelo próprio soberano e a partir de 1932 continuou como órgão político de Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Nuno, Duque de Bragança, aclamado sucessor do último rei reinante.
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A Causa Real coordena, a nível nacional, o movimento monárquico, tendo como objectivo principal a promoção de uma alternativa política para Portugal.


Últimas Notícias

A Causa Real em constante actualização

 

Últimas Notícias

Incêndios ll Comunicado de S. A. R. o Senhor Dom Duarte

É com grande tristeza que mais uma vez os portugueses assistem ao flagelo dos fogos durante os meses de Verão. Mais uma vez as populações sofrem fisicamente e economicamente as consequências de fogos que são cada vez mais frequentes e de maior intensidade no nosso país.

Este ano tem sido a Serra de Monchique, que está a arder há vários dias, criando um rastro de destruição e desespero nas populações que aí vivem, às quais gostaria de transmitir a minha solidariedade e da minha família.

Não é compreensível que apenas um ano depois da tragédia de Pedrógão a situação se mantenha e que as populações do interior do país continuem desprotegidas. Passou apenas um ano de uma tragédia que matou muitos portugueses e causou grandes perdas económicas e um desastre ambiental.

Os nossos governantes prometeram preparação, mas o que temos vindo a assistir são sistemáticas situações de descoordenação de entidades com responsabilidades na protecção. Depois da repetição de uma situação com esta gravidade, é importante retirar as devidas consequências – políticas e operacionais. É o que os portugueses esperam e merecem depois de uma situação desta gravidade.

É definitivamente necessária uma séria reorganização do espaço florestal que reduza a probabilidade e gravidade deste tipo de situações. Essa reorganização deve partir do Estado e não dos particulares, que em geral não têm capacidade económica para fazer face ao que é necessário. Aliás, no ano passado, um dos piores incêndios aconteceu numa mata propriedade do Estado, o Pinhal d’El-Rei, plantada há sete séculos na região de Leiria.

Quanto aos meios aéreos e terrestres disponíveis, estão longe de ser os mais adequados, segundo as opiniões dos especialistas nacionais e estrangeiros. Não faz sentido por em risco as vidas de quantos combatem no terreno, e não lhes dar as armas necessárias!

Apelo também a uma mobilização dos jovens, que devem ser sensibilizados para esta grave questão e que poderiam dar o seu contributo. Na ausência do serviço militar obrigatório, os jovens deveriam ser incentivados para uma maior participação cívica sendo preparados para ajudar os que combatem estas catástrofes, e outras que poderão acontecer. A generosidade e coragem dos jovens levá-los-á a participar com entusiasmo em iniciativas destas.

Considero a bem dos portugueses e de Portugal que esta situação seja definitivamente encarada como uma das prioridades do país.

D. Duarte, Duque de Bragança
Santar (Nelas), 9 de Agosto de 2018

Luxemburgo recorda Infanta Maria Ana de Bragança

Filha do Senhor Dom Miguel, casou no dia 22 de junho de 1893 com Guilherme IV, Grão-duque do Luxemburgo.

Nos 125 anos da celebração do casamento, o Museu Nacional de História e Arte e a Casa Grã-Ducal, com o apoio da Embaixada de Portugal, organizam uma exposição focada na história de amor e nas consequências políticas que a união teve para o país, nomeadamente o acesso das mulheres ao trono.

Como o casal não teve filhos do sexo masculino, o pacto da família de Nassau foi alterado de forma a permitir o acesso das mulheres ao trono, em 1907.

 

 

Com a doença de Guilherma IV, pouco tempo depois de se ter tornado Grão-duque, Maria Ana de Bragança foi nomeada regente, passando a assumir um papel político determinante na vida do país.

Após a morte do marido, em 1912, sucede-lhe a filha mais velha, Maria Adelaide, seguindo-se a segunda filha do casal, a grã-duquesa Carlota, após uma crise política em 1918-1919.

Esta coroa dominada por mulheres, foi uma novidade num mundo político controlado por homens.

Da exposição, inaugurada no passado dia 9 de Julho pelo Grão-duque herdeiro Guilherme e a Grã-duquesa herdeira Stéphanie de Lannoy, faz parte a Banda das Três Ordens, que reúne as Grã-Cruzes das Antigas Ordens Militares de Cristo, de Avis e de Sant’Iago da Espada, criada por D. Maria I em 1789, emprestada pelo Palácio Naional da Ajuda.

Este objecto tão importante para História Portugal, representa bem a importância da ligação entre os dois países, que hoje é reforçada por mais de 80.000 luso-luxemburgueses a viver naquele país. Uma relação de amor e amizade que começou no casamento da Infanta Maria de Bragança e dura até aos dias de hoje.

 

A Infanta Maria Ana de Bragança nasceu em Bronnbach, no dia 13 de Julho de 1861, onde vivia no exílio o Senhor Dom Miguel, bisavô do actual Duque de Bragança.

A bisavó do atual Grão-duque Henrique morreu em 1942, em Nova Iorque, com 81 anos, estando sepultada na Catedral do Luxemburgo.

 

Com a devida vénia à Lusa.

Incêndios ll Comunicado de S. A. R. o Senhor Dom Duarte

É com grande tristeza que mais uma vez os portugueses assistem ao flagelo dos fogos durante os meses de Verão. Mais uma vez as populações sofrem fisicamente e economicamente as consequências de fogos que são cada vez mais frequentes e de maior intensidade no nosso país.

Este ano tem sido a Serra de Monchique, que está a arder há vários dias, criando um rastro de destruição e desespero nas populações que aí vivem, às quais gostaria de transmitir a minha solidariedade e da minha família.

Não é compreensível que apenas um ano depois da tragédia de Pedrógão a situação se mantenha e que as populações do interior do país continuem desprotegidas. Passou apenas um ano de uma tragédia que matou muitos portugueses e causou grandes perdas económicas e um desastre ambiental.

Os nossos governantes prometeram preparação, mas o que temos vindo a assistir são sistemáticas situações de descoordenação de entidades com responsabilidades na protecção. Depois da repetição de uma situação com esta gravidade, é importante retirar as devidas consequências – políticas e operacionais. É o que os portugueses esperam e merecem depois de uma situação desta gravidade.

É definitivamente necessária uma séria reorganização do espaço florestal que reduza a probabilidade e gravidade deste tipo de situações. Essa reorganização deve partir do Estado e não dos particulares, que em geral não têm capacidade económica para fazer face ao que é necessário. Aliás, no ano passado, um dos piores incêndios aconteceu numa mata propriedade do Estado, o Pinhal d’El-Rei, plantada há sete séculos na região de Leiria.

Quanto aos meios aéreos e terrestres disponíveis, estão longe de ser os mais adequados, segundo as opiniões dos especialistas nacionais e estrangeiros. Não faz sentido por em risco as vidas de quantos combatem no terreno, e não lhes dar as armas necessárias!

Apelo também a uma mobilização dos jovens, que devem ser sensibilizados para esta grave questão e que poderiam dar o seu contributo. Na ausência do serviço militar obrigatório, os jovens deveriam ser incentivados para uma maior participação cívica sendo preparados para ajudar os que combatem estas catástrofes, e outras que poderão acontecer. A generosidade e coragem dos jovens levá-los-á a participar com entusiasmo em iniciativas destas.

Considero a bem dos portugueses e de Portugal que esta situação seja definitivamente encarada como uma das prioridades do país.

D. Duarte, Duque de Bragança
Santar (Nelas), 9 de Agosto de 2018

Luxemburgo recorda Infanta Maria Ana de Bragança

Filha do Senhor Dom Miguel, casou no dia 22 de junho de 1893 com Guilherme IV, Grão-duque do Luxemburgo.

Nos 125 anos da celebração do casamento, o Museu Nacional de História e Arte e a Casa Grã-Ducal, com o apoio da Embaixada de Portugal, organizam uma exposição focada na história de amor e nas consequências políticas que a união teve para o país, nomeadamente o acesso das mulheres ao trono.

Como o casal não teve filhos do sexo masculino, o pacto da família de Nassau foi alterado de forma a permitir o acesso das mulheres ao trono, em 1907.

 

 

Com a doença de Guilherma IV, pouco tempo depois de se ter tornado Grão-duque, Maria Ana de Bragança foi nomeada regente, passando a assumir um papel político determinante na vida do país.

Após a morte do marido, em 1912, sucede-lhe a filha mais velha, Maria Adelaide, seguindo-se a segunda filha do casal, a grã-duquesa Carlota, após uma crise política em 1918-1919.

Esta coroa dominada por mulheres, foi uma novidade num mundo político controlado por homens.

Da exposição, inaugurada no passado dia 9 de Julho pelo Grão-duque herdeiro Guilherme e a Grã-duquesa herdeira Stéphanie de Lannoy, faz parte a Banda das Três Ordens, que reúne as Grã-Cruzes das Antigas Ordens Militares de Cristo, de Avis e de Sant’Iago da Espada, criada por D. Maria I em 1789, emprestada pelo Palácio Naional da Ajuda.

Este objecto tão importante para História Portugal, representa bem a importância da ligação entre os dois países, que hoje é reforçada por mais de 80.000 luso-luxemburgueses a viver naquele país. Uma relação de amor e amizade que começou no casamento da Infanta Maria de Bragança e dura até aos dias de hoje.

 

A Infanta Maria Ana de Bragança nasceu em Bronnbach, no dia 13 de Julho de 1861, onde vivia no exílio o Senhor Dom Miguel, bisavô do actual Duque de Bragança.

A bisavó do atual Grão-duque Henrique morreu em 1942, em Nova Iorque, com 81 anos, estando sepultada na Catedral do Luxemburgo.

 

Com a devida vénia à Lusa.

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